"Orgasmos Múltiplos e Pele de Galinha" foi aquilo que mais tivemos, e mais sentimos ao longo dos concertos.
É que nem encontro palavras para descrever toda uma imensidão de sentimentos por que passamos.
Foi o melhor concerto da minha vida. Pearl Jam, claro. Acredito que para a Mafy tb tenha sido. Estas navegantes estavam na lua..=D
Meu Deus, não esncontro palavras para descrever...
Em Blasted Mechanism dançamos até mais não! Karkov, Are you ready, I Believe, Blasted Empire, Sun Goes Down, Nadabrovitchka... Nesta altura já nós começavamos a ficar negras. Cachopos apanhados faziam moche em tudo e em nada. Em the Used tinha sido a mesma coisa. E enfim, nós estavamos mesmo à frente deles...
Depois em Linkin Park, fdx.. mt bom. MT BOM!!!
"Empatia entre público e banda não faltou, também, no concerto dos Linkin Park. Quem tenha pensado que a popularidade dos norte-americanos sairia sacrificada com o ocaso do nu-metal, equivocou-se. Em Oeiras, os autores de «Numb» foram recebidos em braços Os fiéis criaram o ambiente ideal para um espectáculo emocional, no qual temas como «Somewhere I Belong», «From The Inside», «Crawling» ou, já no encore, «Faint» foram entoados a uma só voz. Encantados com a recepção, e nitidamente em altura de fazer contas à vida, os Linkin Park foram verdadeiros campeões dos agradecimentos, frisando vezes sem conta a importância do apoio dos fãs nos melhores – e nos piores – momentos."
Para finalizar, os Pearl Jam subiram ao palco e aí, ninguém mais nos parou... Ainda fico com pele de galinha só de pensar, e relembro o cheirinho a ganzas quando oiço a black... LOL
A noite fechou com os Pearl Jam, que reuniram pouco mais de 30 mil pessoas. Em estreia em festivais lusos, Eddie Vedder e companheiros arrancaram forte ‘Curdoroy’, ‘Do The Evolution’, ‘Worldwide Suicide’ e logo mostraram domínio absoluto da situação, deixando-se envolver com frequência em jams, com o guitarrista Mike McCready em destaque. Tal como Vedder, a quem já faltou mais para falar português fluentemente. O líder do quinteto agradeceu as boas ondas do Atlântico, dedicou ‘Big Wave’ aos surfistas Tiago e ‘Bubas’ e até mandou Madrid às urtigas com um “f****-se”. Aprende depressa! ‘Even Flow’, ‘Alive’ e ‘Better Man’ foram momentos altos do concerto, mas quando Vedder empunhou uma bandeira nacional e a colocou no órgão, tocado por um músico de raízes portuguesas, a comunhão foi ao rubro.

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